Quais são as causas da fadiga muscular? Saiba como combatê-la!

fadiga muscular
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Seja após a execução de atividades físicas de maior intensidade, seja depois do emprego de um esforço superior ao normal ou pela ausência de descanso entre um treino e outro, a verdade é que a fadiga muscular se faz presente quando há uma sobrecarga sobre o músculo. Além disso, pode ser causada pela deficiência de minerais essenciais para o corpo.

Inclusive, algumas doenças, como as resultantes de alterações renais e o diabetes descompensado, também podem motivá-la. O caso é que, se a duração do quadro for superior a dois dias e/ou acompanhado de outros sintomas, consultar um profissional da área da saúde se torna fundamental.

Contudo, quais são os sinais que indicam a condição? Além das razões mencionadas, quais outras têm o potencial de provocá-la? Neste artigo, vamos sanar as principais dúvidas sobre o tema. Continue a leitura!

O que realmente é possível entender por fadiga muscular?

As pessoas têm buscado levar um estilo de vida mais saudável, incluindo no dia a dia a prática de exercícios físicos regulares, uma alimentação balanceada e consultas médicas periódicas para acompanhar a saúde do corpo. No entanto, o oposto — nesse caso, marcado pelo excesso — tem se tornado igualmente comum.

Há aqueles que desenvolvem uma espécie de obsessão pela estética corporal ou se tornam “viciados” na adrenalina associada à prática de esportes, de tal modo que, eventualmente, passam a lidar com a fadiga muscular. Como dito, embora a condição tenha também outras causas (sobre as quais falaremos à frente), geralmente, ocorre pelo exagero no esforço físico.

De forma ampla, nós podemos defini-la como um nível excessivo de cansaço que até inviabiliza a boa performance durante as atividades físicas.

Principais causas

Os fatores que têm o potencial de desencadear a fadiga muscular são variados. Além dos exercícios físicos, é possível que a condição seja provocada como uma reação a um trabalho intelectual intenso ou a um nível excessivo de estresse. Também, há questões relativas à saúde que a motivam, como:

  • problemas hormonais;
  • bronquite;
  • insuficiência cardíaca;
  • desnutrição etc.

Justamente por essa razão que é extremamente relevante manter uma rotina de acompanhamento médico com a finalidade de monitorar o seu quadro de saúde.

Quais são os principais sintomas que podem servir de alerta?

Via de regra, para que haja o diagnóstico de fadiga muscular, o paciente precisa apresentar outros sintomas associados à exaustão. Nesse contexto, ao buscar um profissional da área da saúde com a finalidade de investigar mais a fundo o suposto desenvolvimento do quadro clínico, alguns sinais serão avaliados, como:

  • instabilidade do humor;
  • ausência de vontade;
  • presença constante de dores de cabeça;
  • dificuldade de manter a concentração;
  • presença de dores musculares;
  • dificuldade de se levantar ao amanhecer — mesmo após boas horas de repouso;
  • eventual queda da imunidade, tornando a contração de outras doenças mais fácil.

Nesse sentido, havendo confirmação do diagnóstico por parte do médico, provavelmente, serão solicitados alguns exames complementares (como o de sangue) e o histórico clínico. O fim é buscar compreender melhor a razão da fadiga muscular e, a partir disso, identificar a forma ideal de tratamento.

O que fazer para acelerar a recuperação muscular?

O ponto de partida para tratar a fadiga muscular é identificar o que a origina e descobrir se o quadro está associado a uma condição temporária — por exemplo, exaustão motivada pelo extremo calor do verão — ou crônica. Em ambos os casos, a adoção de bons hábitos pode ser uma excelente aliada para combatê-la, como:

  • ingerir uma boa quantidade de líquidos;
  • dormir cerca de seis a oito horas diariamente;
  • exercitar-se com periodicidade, mas respeitando sempre os limites do seu corpo e/ou quaisquer eventuais lesões preexistentes.

Mesmo assim, vale a pena enfatizar que uma dieta equilibrada e saudável é o que exerce um papel de maior relevância para a preservação de bons níveis de energia. A aveia, por exemplo, é considerada o que chamamos de um “superalimento”, por conta da alta quantidade de fibras.

Sardinha e atum, bem como outros peixes azuis, em razão dos ácidos graxos ômega 3, e nozes são exemplos de alternativas altamente ricas em proteínas. Então, por fortalecerem os músculos, todos se tornam muito eficazes no combate à fadiga muscular.

No entanto, a depender da gravidade do quadro clínico do paciente, noites de sono melhores e/ou a administração de suplementos alimentares podem ser suficientes. Já em circunstâncias mais drásticas, é possível que um tratamento medicamentoso se faça necessário.

Em simultâneo, porém, é válido destacar algumas medidas que podem ser colocadas em prática pelo próprio paciente, e que têm o potencial de auxiliar bastante na recuperação. A seguir, confira algumas delas.

Aposte na recuperação por alongamento

Depois de finalizar uma sessão de treino, execute um programa de alongamento fácil e rápido. Essa prática ajuda na redução de qualquer rigidez na região muscular — por exemplo, a comumente provocada pela corrida — e tornará a recuperação dos músculos mais célere.

Tome um banho de água morna ou fria

Conhecido também como o método Kneipp, nesse caso, o banho é visto como algo indispensável após o treino. A ideia é tomar uma ducha de, aproximadamente, 30 a 40 segundos, alternando entre a água morna e a fria, e repetindo esse processo por cinco a oito vezes.

Acontece que a água gelada evita o surgimento de dores musculares. Por outro lado, a morna tem o potencial de relaxar músculos e tendões, e ainda é benéfica para a circulação sanguínea.

Reabasteça o “combustível” do seu corpo

Lembra-se de que falamos da importância da alimentação? O ideal é que você seja tão rápido quanto possível no reabastecimento das reservas do seu organismo logo após o treino. Seu corpo necessita de energia para a recuperação, então, ingira uma combinação de carboidratos complexos e proteínas para alavancar esse processo.

Como visto, a fadiga muscular pode ser provocada por causas diversas e, justamente por isso, é superimportante buscar um profissional de saúde para uma investigação mais a fundo. Em paralelo, há boas práticas que você pode adotar no dia a dia, a fim de acelerar a recuperação do quadro, elevando os seus níveis de disposição.

Por falar em disposição, que tal ler o nosso post sobre como elevá-la no dia a dia?

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